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Guia Voyger · Fiscal

Criando e preenchendo um cenário fiscal da NF-e

Este guia explica como trabalhar com criando e preenchendo um cenário fiscal da nf-e na área de Fiscal do Voyger.

Aba Identificação. Ao criar o cenário, comece pelo nome, tipo de operação, origem do produto, CFOP padrão e pela opção de aplicar em todas as filiais. O regime tributário aparece como leitura do CRT ativo, então esse campo precisa estar coerente com as Configurações da NF-e antes de qualquer preenchimento fino.

Aba ICMS e ICMS-ST. Aqui entram CST ou CSOSN, origem da mercadoria, modalidade da base, alíquota, redução de base, CEST, modalidade ST, MVA e alíquotas ligadas à substituição tributária. Esses campos formam o núcleo mais sensível do cenário e devem refletir a operação real, não um valor aproximado.

IPI, PIS e COFINS. O formulário ainda cobre CST e alíquotas desses tributos, além de enquadramento do IPI e observações fiscais adicionais. O objetivo é que o cenário já nasça suficientemente completo para servir de base prática, não apenas como rótulo genérico de tributação.

Importação e manutenção. O modal também oferece importação para cenários em lote, útil quando a empresa já possui matriz fiscal ou blueprint de tributação. Isso acelera a padronização, mas não dispensa revisão antes de aplicar em notas reais.

Boa prática. Preencha cada aba pensando em uma combinação real de operação, produto e destino. Se o cenário só funciona depois de muitos ajustes manuais, ele ainda não está pronto para entrar na rotina.